segunda-feira, 31 de maio de 2010

Better togheter (Jack Johnson)

Mais uma da seção "Músicas que eu gosto".

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There's no combination of words I could put on the back of a postcard
No song that I could sing but I can try for your heart
Our dreams and they are made out of real things
Like a shoebox of photographs with sepia-toned loving
Love is the answer at least for most of the questions in my heart
Why are we here? And where do we go? And how come it's so hard?
It's not always easy and sometimes life can be deceiving
I'll tell you one thing, it's always better when we're together

Hum it's always better when we're together
Yeah we'll look at the stars when we're together
Well it's always better when we're together
Yeah it's always better when we're together

And all of these moments just might find their way into my dreams tonight
But I know that they'll be gone when the morning light sings
Or brings new things for tomorrow night you see
That they'll be gone too, too many things I have to do
But if all of these dreams might find their way into my day to day scene
I'd be under the impression I was somewhere in between
With only two, just me and you, not so many things we got to do
Or places we got to be we'll sit beneath the mango tree now

Yeah it's always better when we're together
Hum we're somewhere in between together
Well it's always better when we're together
Yeah it's always better when we're together

I believe in memories they look so, so pretty when I sleep
And now when, when I wake up you look so pretty sleeping next to me
But there is not enough time
And there is no song I could sing
And there is no combination of words I could say
But I will still tell you one thing
We're better together

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Sutilmente (Skank)

E quando eu estiver triste
simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
suavemente se encaixe

...

E quando eu estiver bobo
sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
suplico que não me mate, não
dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
dentro de tudo que cabe em ti

...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sentada no McDonald's da esquina

Há 2h30 estou aqui, dentro dessa fábrica de banhas e colesterol, sem poder sair. Há 30 minuto abri o laptop para escrever. Mas sem internet. “Desculpa, senhora, mas não posso fornecer internet por que não recebemos os cartões este mês”, disse-me o gerente do balcão.
Senhora? Ele tem noção que me chamou de senhora? E logo depois de eu ter ingerido algo entre 2 mil a 3 mil calorias – e desejo ardentemente que não tenha passado disso. Sim, por que o que mais há para fazer em um McDonald's se não COMER? Mas só enquanto espero a chuva passar, oras, e a diminuir a fila de pessoas aguardando atendimento da mesma cooperativa de táxi que eu... Isso é São Paulo.
Meu carro está na revisão. Peguei carona até uma avenida próxima de casa – não mais que 15 minutos de carro em trânsito normal, o que tem sido raro em São Paulo. Minha casa está logo ali... o chuveiro, a roupa limpa, a cama macia onde posso esperar por Ele... e eu aqui. Sentada no McDonald's da esquina esperando a chuva passar e algum táxi me resgatar. Será?
“NÃÃÃO. NÃO QUERO MAIS NAAADA... obrigada!”.

Ops, me desculpe. Estava falando com a garçonete.

Obs. Eu fiquei mesmo sem internet. Escrevi no word e depois copiei aqui no blog.
Obs.2. Cheguei em casa depois de 3h15 desde a hora que cheguei no McDonald's.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Academia filosófica



Há alguns dias percebi que preciso voltar a malhar. Me matricular em uma academia e levar a sério. Não só pelo corpo que denuncia os 30 e poucos anos, mas pela alma. Sr(a) Mente reclama que tem trabalhado muito enquanto o Sr. Corpo se mantém em repouso, horas no carro - nesse trânsito infernal -, outras horas na cadeira enquanto edito vídeos, algumas poucas em pé ou sentada, conversando com algum entrevistado...
Alongamento para mim tem sido esticar o braço até alcançar a altura certa do tripé e exercício aeróbico, o sobe e desce da escada de casa para pegar algo esquecido no andar de cima, ou de baixo – o que evito ao máximo empilhando nos degraus o que precisa descer ou subir para tentar levar tudo de uma vez. Concordo com você, isso não é exercício e preciso da academia.
Pois bem, do alto da minha consciência de necessidade cerceada pela falta de tempo, eis que ontem me encontrava semi-deitada em uma sala onde se discutia fi-lo-so-fia. Não a de boteco. Filosofia mesmo, sob a ótica de Nietsche. Com especialista e tudo. Sim. Cai na tentação e quase – mas quase mesmo – me matriculei no curso de filosofia.
Nada contra. Pelo contrário, ADORO filosofia. Sempre gostei e alguém muito especial, o saudoso e querido professor Zizo (alunos da Unilago/S.J.Rio Preto, é ele mesmo), conseguiu reforçar ainda mais minha admiração pela disciplina. Mas acho que do alto dos meus 30 e poucos anos, me interesso mais por filosofar sobre a vida mesmo, a real. A minha, a das minhas amigas, com exemplos, comparações, percepções, achismos descompromissados mas levados sempre a sério... Aqueles papos que lavam a alma. E que só reforçam questões como a de que não preciso tanto de filosofia, a não ser a que me mostra o quanto preciso, nesse momento da vida, de uma academia.

sábado, 24 de outubro de 2009

Bastardos Inglórios

Impressionante como Quentin Tarantino tem o dom. É isso, tem o dom. Ouvi que talvez Bastardos Inglórios seja o mais maduro de seus filmes. Concordo, apesar de não ter visto tooodos, confesso!

Até os personagens "canastrões", se é que pode-se dizer assim, ele fez com perfeição. Tudo, cada detalhe, faz sentido. Os fatos inesperados, o vilão... que vilão. E não estou falando do Brad Pitt.

Quer saber, tem que ver. Mesmo que seja para discordar de mim.

TRAILER TRADUZIDO:
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A festa

Foi ótima. Aconteceu de tudo. Tudo mesmo.

-Invasão de besouros - dos pequenos, mas em quantidade que beirava ao insuportável. A melhor comparação, para se ter uma ideia, foi a de que parecia que todo o feijão preto do mundo tinha sido espalhado pelo chão.

-Ameaça de tempestade, com raios e trovoadas que prometiam um terrível temporal. A chuva, na verdade, foi pouca. Mas suficientemente para que todos tivessem que deixar o "ar livre" e se instalar na varanda ao redor da casa, ao menos por uns minutinho.

-Falta de energia elétrica com direito a tentativa de fogueira - apagada pela chuva, claro. Muitos homens movidos a "álcool" tentando montar uma parafernália que trouxesse a luz - entre os destaques, o corte de um soquete com facão. Luzes de emergência que começaram a aparecer de todos os lados - quase na mesma quantidade que os besouros - mas que solucionaram o problema.

-Pai de aniversariante com bolo na cabeça, mas justificadamente: ele queria.

-Bolo ensopado pela água que escorreu do congelador da geladeira - ninguém lembrou que sem energia a geladeira descongela.

Mas o melhor de tudo foi comemorar com meu primo-irmão Giulianno, nascido em 15 de outubro e velho companheiro de festas de aniversário, e ter toda a família e o grande amor da minha vida ao meu lado.

Uma festa para nunca mais esquecer.